19 de novembro de 2011

Music Box #8


Music Box é uma coluna semanal, em que eu, João Lucas, exponho meu gosto musical, apresentando discos novos ou antigos do meu acervo e preferência.

Confesso que a alguns anos atrás eu era meio "poser" em relação a Cyndi Lauper (Cynthia Ann Stephanie Lauper Thornton), eu só ouvia os discos "She's So Unusual" e "True Colors", e achava que ela não passava disso, conforme o tempo foi passando eu fui amadurecendo e conheci a discografia dessa excelente cantora! São discos maravilhosos, que apesar de que alguns são "desconhecidos" pela maioria, todos são de excelente qualidade, hoje vou falar do disco que se tornou o meu favorito, ele é bem conhecido e fez bastante sucesso, se chama "A Night To Remember".

Capa

Lançado em maio de 1989, sucessor de True Colors, possui uma pegada mais pop-rock comparado ao anterior, o nome original do disco seria Kindred Spirt, mas foi mudado não se sabe o motivo,  vendeu 6 milhões de cópias ao redor do globo, o disco começa com a Intro, que diz:

"If you think you're hearing somethingAnd you can't think what it isIf you feel a quiet longingLift your heart into the wind
There you'll find my kindred spiritThere you'll meet me as a friendIt is just a kindred feelingAnd a song to let you in..."

Tradução: 

"Se você acha que você está ouvindo algo

E você não pode pensar o que é

Se você sentir uma saudade tranquila
Levante o seu coração contra o vento

Lá você vai encontrar minha alma gêmea
Lá você vai encontrar-me como amigo
É apenas uma sensação de parentesco
E uma música para deixar você entrar .."

Essa Intro está presente no início do clipe da próxima faixa a clássica I Drove All Night que é uma balada de pop-rock que se tornou muito popular nos anos 80, é uma balada perfeita  e os vocais da Cyndi estão maravilhosos, dá inicio a uma grande noitada,  Primitive é uma canção contagiante, logo o "it's primitive you got me ooooh" vai entrar em sua cabeça, uma ótima canção pop-rock oitentista, My First Night Without You é uma canção clássica do disco, uma balada bem produzida com vocais incríveis por parte da cantora, uma noite sozinha e no clipe mostra bem isso, Like a Cat é uma canção bem engraçadinha e gostosa de ouvir, Heading West  também é single e é uma das minhas canções preferidas, também é muito conhecida, é uma balada de pop-rock tão bonita quando a faixa My First Night Without you, A Night to Remember uma canção maravilhosa, quem já teve uma noite maravilhosa e memorável com a pessoa que ama, vai  se sentir confortável com essa canção, Unconditional Love  é uma balada bem oitentista e nostalgica até para quem não viveu a época, Insecurious pode ser considerada a mais "rock" do disco, é bem agitadinha comparada a anterior, Dancing With a Stranger é uma das canções que mais gosto do álbum, quem nunca dançou com um estranho em uma noitada?  Don’t Want To Be Your Friend é uma canção de "cai fora, você brincou comigo e agora me quer de volta? fala que se importa comigo? não quero mais ser seu amigo" , bem muitas pessoas entendem isso, não só como namorado mas como amigo também, todos nos passamos por isso e essa canção retrata de forma perfeita, além de possuir um rítimo maravilhoso e ser uma ótima balada ao estilo pop-rock oitentista, Kindred Spirit é apenas uma faixa que fecha o disco, seguindo a mesma linha da introdução, diz:

"Se você pensar que está ouvindo algo,
E você não imagina o que seja.
Se você sentir uma saudade calma,
Eleve seu coração contra o vento.

Lá você encontrará meu espírito parente,
Lá você vai encontrar-me como um amigo.
É apenas um sentimento parente,
E uma canção para deixá-lo entrar..."

Singles:

Videoclipes:

Essa era também foi marcada por uma notável mudança de visual de Cyndi Lauper:





Gostaram da Análise? Até a próxima! ^^

16 de novembro de 2011

Quero Ler #19

Três livros que desejo muito ler, quero, mas que estão na fila para serem adquiridos, comprados ou encontrados nas bibliotecas da cidade.

Não havia escolhido ainda os três títulos da postagem de hoje, quando me lembrei do escritor norte-americando Jonathan Safran Foer que conheci no início desse ano, precisamente em fevereiro, ao ler uma reportagem sobre seu recém-lançado Comer Animais, ''livro (que) traz dados sobre a indústria da carne e questiona o consumo massivo do alimento''
Foi amor à primeira vista, ou folheada. Ainda não comprei nenhum de seus livros por falta de oportunidade, ou falta de dinheiro mesmo. Como meu aniversário está próximo, clamo como presente um dos livros abaixo. Indireta para os amigos.

Título: Extremamente Alto & Incrivelmente Perto
Autor: Jonathan Safran Foer
Editora: Rocco 
Nunca é possível reconhecer o último momento de felicidade que antecede uma tragédia. Seja ela o ataque às torres do World Trade Center, seja o cruel bombardeio aliado sobre Dresden, que arrasou a cidade e a população civil da histórica cidade alemã na Segunda Guerra Mundial. Portanto, dificilmente há tempo de verbalizar o amor que se sente pelas pessoas próximas que, por um golpe do destino, tornam-se distantes. Esta constatação e os dois acontecimentos históricos guiam 'Extremamente alto & incrivelmente perto'. O principal narrador do livro, Oskar, é um menino extremamente inteligente de 9 anos de idade, sofre com a morte do pai, uma das vítimas do ataque ao World Trade Center, que estava no local da tragédia por um mero acaso - uma reunião no Windows of the World, o restaurante no último andar de uma das torres. A dor de Oskar não vem só da perda, mas do fato de julgar ser o único a ouvir as últimas palavras emitidas pelo pai, deixadas numa secretária eletrônica. 

Título: Comer Animais 

Autor: Jonathan Safran Foer
Editora: Rocco
Em seu primeiro livro de não ficção, Comer animais, Jonathan Safran Foer, autor do premiado Tudo se ilumina, publicado pela Rocco, mergulha no mundo da chamada pecuária industrial nos Estados Unidos – a criação intensiva de aves, porcos e bois –, assim como na pesca em larga escala e suas implicações para o meio ambiente. Após três anos de pesquisas, o resultado é um panorama assustador. Para que, levando em conta a inflação, a proteína animal custe hoje mais barato do que em qualquer outro momento da história americana, animais são submetidos a maus-tratos e abatidos para o consumo deformados e doentes; há pouco ou nenhum escrutínio público e supervisão eficiente por parte das autoridades sanitárias; rios e cursos d’água subterrâneos são poluídos por excrementos e dejetos da produção, com os custos, no sentido mais amplo da palavra, repassados à sociedade; e os ecossistemas do planeta correm risco de colapso em um futuro não tão distante. Vegetariano esporádico, Safran Foer começou a pensar mais seriamente em suas opções alimentares quando seu filho mais velho nasceu. A preocupação com a origem da carne e a forma como é processada o levou a investigar a indústria alimentícia e, apoiado em estatísticas do governo americano e em fontes acadêmicas e industriais, ele teve a oportunidade de ouvir insiders do negócio, cientistas, membros de entidades defensoras dos direitos dos animais, chegando até mesmo a invadir uma granja e a testemunhar as terríveis condições do local. Esse apanhado de dados é de arrepiar o mais devoto carnívoro: a indústria de carne ocupa cerca de 1/3 das terras do planeta; o setor pecuarista é responsável, globalmente, por 18% das emissões de gás estufa; e um só método de pesca, o feito com espinhéis, mata 4,5 milhões de animais anualmente, incluindo 3,3 milhões de tubarões, 60 mil tartarugas marinhas e 20 mil golfinhos e baleias. Além disso, a criação animal usa, a cada ano, 756 milhões de toneladas de grãos e cereais para alimentar aves, porcos e gado bovino, bem mais do que o necessário para alimentar o 1,4 bilhão de seres humanos que vivem em extrema pobreza, cenário que tende a se agravar com o avanço do consumo dos variados tipos de carne em países emergentes como a China e a Índia. Sem esquecer a importância que o ato de comer representa nas mais diversas culturas, pois é à mesa, com suas memórias e histórias, que, desde sempre, se forja a fraternidade, Safran Foer propõe um debate ético sobre o consumo alimentar dos animais. Ele defende o vegetarianismo como uma opção mais sensata de pecuária e um onivorismo mais honrado, que traga benefícios para o meio ambiente. O escritor também advoga um retorno ao antigos métodos de criação, menos traumatizantes para os bichos e para os ecossistemas, a imagem da fazenda bucólica tão associada aos valores americanos e que, hoje, representa apenas 1% de toda a produção nos Estados Unidos. Em última análise, Safran Foer pede aos leitores que ponderem sobre a decisão moral de comer outro ser vivo e que, se necessário fazê-lo, lutem por mudanças que permitam aos animais serem tratados com compaixão e dignidade, de forma que mesmo o abate seja feito de maneira que provoque o mínimo de sofrimento possível a aves, porcos e bois. Agora em português!


Título: Tudo se Ilumina
Autor: Jonathan Safran Foer
Editora: Rocco
"Tudo se Ilumina" é um romance construído sobre três narrativas completamente diferentes, que seguem paralelas e entremeadas. Alguns capítulos mostram Jonathan Safran Foer, personagem fictício homônimo do autor, em sua viagem à Ucrânia em busca de Augustine. Em sua jornada, ele conta com a ajuda do estranho Alexander Perchov, jovem ucraniano que lhe serve de guia e intérprete. Outros capítulos são páginas do livro de não-ficção escrito pelo personagem, contando a história de sua família desde o nascimento da aldeia Trachimbrod, no século XVII, até sua viagem de pesquisa ao local. Em 2005, Liev Schreiber escreveu e dirigiu uma adaptação cinematográfica do romance, estrelado por Elijah Wood.

Beigos!

14 de novembro de 2011

Vou Ler #9

Olá, pessoal! 
Estava há semanas sem comprar nenhum livrinho, até que me deparei com uma oferta e acabei comprando  A Guerra dos Tronos do George R.R. Martin, livro um de As Crônicas de Gelo e Fogo. 


Comprei por impulso, sim. Ultimamente ando comprando maquiagem e livros por necessidade de extravasar, a rotina trabalhista cansa, a rotina escolar cansa... e eu preciso comprar um livro que não sei nem se caberá em minha estante, de vez em quando, pra não surtar. 
Como vem acontecendo nos últimos tempos, o plástico foi mantido porque não sei quando terei o prazer de lê-lo. 

Beigos! 
Bom início de semana para todos!

13 de novembro de 2011

Essa Semana #14




Meme semanal hospedado pelo Lost in Chick Lit, onde compartilhamos pequenas informações sobre a nossa semana literária. Tendo como principal objetivo encorajar a interação entre os blogs literários brasileiros, fazer amizades e conhecer um pouquinho mais sobre outras pessoas apaixonada por literatura. Tem interesse em participar? Saiba como aqui!

Leitura do momento:
A Língua de Eulália do Marcos Bagno
Todos Contra Dante do Luís Dill
O Último Olimpiano (Percy Jackson e os Olimpianos #5) do Rick Riordan

Livros emprestados da biblioteca: 
Todos são empréstimos da Biblioteca de São Paulo, local mais que recomendado por mim. +6

Abandonei essa semana:
Axilas e Outras Histórias Indecorosas do Rubem Fonseca, sem saco para ler os contos restantes. 

Li essa semana:
Emília no País da Gramática do Monteiro Lobato

Resenhei essa semana:
Já repararam que eu não resenho NADA +11

Comprei essa semana: 
A Guerra dos Tronos (As Crônicas do Gelo e Fogo - Livro Um) do George R.R. Martin

Ganhei essa semana: 
Nada D: 

Desejo Comprar Urgentemente:
Um cartão de memória para a câmera +2 e livros!!!

Estado de Espírito Literário: 
Caindo aos pedações.

Literary Crush:
Percy Jacksooooooon 

Feito da Semana: 
Nenhum +7

Im in mood for... (gênero literário do momento):
Infanto-juvenil +2

Vi e viciei (booktrailers, trailers, vídeos whatever):
Impossível não se apaixonar pela risada dessa menininha *-*

Beigos!

9 de novembro de 2011

Quero Ler #18

Três livros que desejo muito ler, quero, mas que estão na fila para serem adquiridos, comprados ou encontrados nas bibliotecas da cidade.

Agora são, exatamente, 22:44 de uma noite de temperatura agradável na capital de São Paulo, cheguei a pouco da faculdade e recebi uma notícia muito triste: a do falecimento da minha avó paterna, eu deveria não estar atualizando blog num momento desses, admito. Mas minha avó não gostaria de me ver chorando, lamentando sua ida. Sorrir, impossível num momento como esses, talvez amanhã ao lembrar de suas histórias, de seus puxões de orelha, dos conselhos, como esse: ''Você já tem idade pra casar, eu com 13 anos já tinha filho...'', eu sorria porque esse conselho sempre seguia-se desse: ''Estuda, menina, estuda''. 
Pois bem, avó, dona Isabel Antunes, estou aqui, por você, por sua história de vida, suas origens  indígena-holandesa-portuguesa, sua teimosia. Herdei dela essa teimosia (:

Segue o trio de livros dessa quarta-feira:

Título: O Despenhadeiro
Autor: Fernando Vallejo
Editora: Alfaguara
A mãe é tratada como "A Louca", o irmão caçula, chamado de "Grande Cretino", "aborto da natureza", mulheres grávidas em geral, de "vacas cínicas" e o papa Karol Wojtyla, de "travesti polonês", "besta vaticana". O narrador de O despenhadeiro, papel assumido sem disfarces por Fernando Vallejo em mais este romance de tintas autobiográficas, é sempre assim, como ele mesmo define: "emenda maldições umas atrás das outras, como ave-marias de um rosário". Herege convicto, o polêmico autor de origem colombiana aproveita para voltar a exibir neste romance sua declarada aversão pela Igreja Católica, sua ácida visão dos relacionamentos familiares e seu ódio escancarado pela sociedade burguesa. Com a característica ferocidade que permeia seu texto, Vallejo narra em O despenhadeiro a derrocada de sua família em meio à Colômbia violenta que abandonou há mais de trinta anos. Residente no México desde 1971, o escritor sempre fez questão de alardear sua opção pela cidadania mexicana como forma de protesto contra seu país natal.

Título: Leite Derramado
Autor: Chico Buarque
Editora: Companhia das Letras
Um homem muito velho está num leito de hospital. Membro de uma tradicional família brasileira, ele desfia, num monólogo dirigido à filha, às enfermeiras e a quem quiser ouvir, a história de sua linhagem desde os ancestrais portugueses, passando por um barão do Império, um senador da Primeira República, até o tataraneto, garotão do Rio de Janeiro atual. A visão que o autor nos oferece da sociedade brasileira é extremamente pessimista: compadrios, preconceitos de classe e de raça, machismo, oportunismo, corrupção, destruição da natureza, delinquência.
A saga familiar marcada pela decadência é um gênero consagrado no romance ocidental moderno. A primeira originalidade deste livro, com relação ao gênero, é sua brevidade. As sagas familiares são geralmente espraiadas em vários volumes; aqui, ela se concentra em 200 páginas. Outra originalidade é sua estrutura narrativa. A ordem lógica e cronológica habitual do gênero é embaralhada, por se tratar de uma memória desfalecente, repetitiva mas contraditória, obsessiva mas esburacada.
O texto é construído de maneira primorosa, no plano narrativo como no plano do estilo. A fala desarticulada do ancião, ao mesmo tempo que preenche uma função de verossimilhança, cria dúvidas e suspenses que prendem o leitor. O discurso da personagem parece espontâneo, mas o escritor domina com mão firme as associações livres, as falsidades e os não-ditos, de modo que o leitor pode ler nas entrelinhas, partilhando a ironia do autor, verdades que a personagem não consegue enfrentar.
Em suas leves variantes, as lembranças obsessivas revelam sutilezas ideológicas e psíquicas. E, como essas lembranças têm forte componente plástico, criam imagens fascinantes. Tudo, neste texto, é conciso e preciso. Como num quebra-cabeça bem concebido, nenhum elemento é supérfluo.
Há também um jogo com os espaços onde ocorrem os acontecimentos narrados. As várias casas em que o narrador morou, como as décadas acumuladas em suas lembranças, se sobrepõem e se revezam.
O fato de nem no fim da vida o homem compreender e aceitar o que aconteceu torna seu drama ainda mais lamentável. Os enganos ocasionados por seu ciúme são tragicômicos, e o escritor os expõe com uma acuidade psicológica que podemos, sem exagero, qualificar de proustiana.

Título: Reparação
Autor: Ian McEwan
Editora: Companhia das Letras
Na tarde mais quente do verão de 1935, na Inglaterra, a adolescente Briony Tallis vê uma cena que vai atormentar a sua imaginação: sua irmã mais velha, sob o olhar de um amigo de infância, tira a roupa e mergulha, apenas de calcinha e sutiã, na fonte do quintal da casa de campo. A partir desse episódio e de uma sucessão de equívocos, a menina, que nutre a ambição de ser escritora, constrói uma história fantasiosa sobre uma cena que presencia. Comete um crime com efeitos devastadores na vida de toda a família e passa o resto de sua existência tentando desfazer o mal que causou.

6 de novembro de 2011

Essa Semana #13


Meme semanal hospedado pelo Lost in Chick Lit, onde compartilhamos pequenas informações sobre a nossa semana literária. Tendo como principal objetivo encorajar a interação entre os blogs literários brasileiros, fazer amizades e conhecer um pouquinho mais sobre outras pessoas apaixonada por literatura. Tem interesse em participar? Saiba como aqui!




Leitura do momento:
Axilas e Outras Histórias Indecorosas do Rubem Fonseca
Emília no País da Gramática do Monteiro Lobato
A Língua de Eulália do Marcos Bagno
Todos Contra Dante do Luís Dill
O Último Olimpiano (Percy Jackson e os Olimpianos #5) do Rick Riordan

Livros emprestados da biblioteca: 
Todos são empréstimos da Biblioteca de São Paulo, local mais que recomendado por mim. +5

Abandonei essa semana:
Nada. 

Li essa semana:
Nada.

Resenhei essa semana:
Já repararam que eu não resenho NADA +10

Comprei essa semana: 
Revista Rolling Stone Nº 61, com Chico Buarque na capa *-*

Ganhei essa semana: 
Nada D: 

Desejo Comprar Urgentemente:
Um cartão de memória para a câmera +2 e livros!!!

Estado de Espírito Literário: 
Bom.

Literary Crush:
Percy Jacksooooooon 

Feito da Semana: 
Nenhum +6

Im in mood for... (gênero literário do momento):
Infanto-juvenil

Vi e viciei (booktrailers, trailers, vídeos whatever):
Nada. 

Beigos!

5 de novembro de 2011

Music Box # 7

O Music Box é uma coluna semanal, em que eu, João Lucas, exponho meu gosto musical, apresentando discos novos ou antigos do meu acervo e preferência.

Quanto tempo né? estive muito ocupado com o meu projeto Clãs, curso, escola, mas nada justifica ter ficado esse tempo todo sem postar nesse maravilhoso blog da Maura Parvatis (M não risque de novo U_ú), né? 

Hoje farei um análise do disco de uma das minhas cantoras preferidas: Alanis Morissette, com certeza vocês já ouviram ou já "ouviram falar" dessa incrível cantora! Caso contrário, aproveite para conhecê-la nessa análise do disco mais conhecido e mais vendido da mesma,  Jagged Little Pill.



               Jagged Little Pill foi lançado em 1995 pelo selo da Maverick Records, a gravadora da Madonna na época (a mesma vendeu metade da gravadora anos depois,  o cd é no estilo pop-rock e post-grunge de qualidade, melodias bem feitas, letras bem feitas, o uso de guitarra e até gaita, transformou esse disco em uma obra maravilhosa que bateu records musicais, o disco vendeu mais de 30 milhões de cópias ao redor do globo, com certeza você alguma vez já ouviu Ironic, You Learn ou You Oughta Know.
Vamos dar início a análise desse grandioso disco com a faixa de abertura do álbum, All I Really Want é uma ótima música de pop-rock, com o som de gaita tocado pela própria Alanis, tornando uma ótima canção de abertura do disco, a próxima canção se tornou, foi lançado como single mas não teve clipe oficial, foram lançado uns clipes ao vivo; You Oughta Know é uma das canções mais conhecidas da Alanis, tenho certeza, já teve diversos covers, é uma canção poderosa com uma melodia poderosa, não é a toa que é esse grande sucesso; Perfect é um pouco mais profunda comparada as canções anteriores , Alanis arraza no vocal nessa canção de amor; Hand in My Pocket  diz sobre os problemas ee preocupações diárias que ela encontra, mas centra-se em encontrar formas para relaxar, teve um clipe filmado em preto e branco e em câmera lenta,  Right Through You tem uma letra bem desafiadora ao amado, dizendo que vê o que ele realmente sente, além da batida ser ótima bem pop-rock como a primeira e a segunda, Forgiven é bem ao estilo da anterior, na canção Alanis faz questionamentos e pergunta se vai ser perdoada pelas coisas que fez, lá chegou uma das canções mais conhecidas do disco You Learn na canção, Alanis mostra a importância das decisões na vida e explica que todas as decisões que tomamos vão nos ensinar uma lição valiosa, além de ser uma música empolgante, tem um rítimo maravilhoso, que vai grudar na sua cabeça e te dispertar uma grande emoção, além da lição que é passada na letra,teve dois clipes, um oficial e outro ao vivo, em Head over Feet, Alanis conta de como o amado conseguiu conquistá-la, uma grande canção e a gaita está presente novamente! Mary Jane é uma música muito profunda e tem uma ótima mensagem para as garotas, Ironic a canção de maior sucesso do disco, a letra tem um lado irônico que foi considerado abusivo pelos críticos, em 2004 sua letra foi alterada dando apoio ao casamento gay, "É encontrar o homem dos meus sonhos, e então encontrar a lindo marido dele", o clipe foi muito premiado; Not the Doctor é uma ótima canção, praticamente Alanis diz que não quer ser o "enche linguiça" do homem; Wake Up é uma canção de forte mensagem, praticamente um "acorde para a vida", com uma melodia ótima que fecha o disco, mas...tem duas faixas escondidas... uma versão mais rock de You Oughta Know, e a outra é o fim da última canção, chamada Your House é acapella.

Singles:


Clipes:



Gostaram da análise? Comentem
Obrigado pela atenção, um abraço e até semana que vem!

Fonte de algumas informações, vídeos e imagens : Wikipedia e Youtube.

Abraços, by João Lucas :)

2 de novembro de 2011

Quero Ler #17

Três livros que desejo muito ler, quero, mas que estão na fila para serem adquiridos, comprados ou encontrados nas bibliotecas da cidade.

Semana Nacional do Livro e da Biblioteca foi comemorada na semana passada mês passado, do dia 23 a 29 de outubro. Esse post, com o trio de livros em comemoração a Semana deveria ter ido ao ar durante na quarta passada, mas por motivos pessoais relacionados a faculdade, não deu!!! O que vale é a intenção, não é mesmo, então esses são os livros que quero ler, e de preferência ganhar como presente de aniversário ;)!

Título: 50 clássicos que não podem faltar na sua biblioteca
Autor: Jane Gleeson-White
Editora: Verus
O que caracteriza um clássico, dando a certos livros novos leitores a cada geração, às vezes ao longo de séculos? Em "50 clássicos que não podem faltar na sua biblioteca", Jane Gleeson-White faz uma investigação de nosso passado literário para redescobrir os grandes livros que nos emocionam e nos inspiram, desmistificar a aura muitas vezes assustadora criada ao redor deles e entender por que causam tanta repercussão ainda hoje. 
O resultado é uma celebração de nossas maiores obras literárias, revelando por que elas são importantes e o que nos proporcionam como leitores. "50 clássicos que não podem faltar na sua biblioteca" traz ainda contribuições de muitos escritores sobre seus romances favoritos – de J. K. Rowling, que adora Jane Austen, à lista dos dez clássicos da literatura mundial segundo J. M. Coetzee. 
"50 clássicos que não podem faltar na sua biblioteca" é um chamado vigoroso à leitura, um banquete inspirado dos grandes livros que tornam cada um de nós um leitor apaixonado.



Título: A Biblioteca Mágica de Bibbi Bokken
Autores:  Jostein Gaardner e Klaus Hagerup
Editora: Companhia das Letras
Nils tem doze anos e acaba de voltar das férias escolares de verão, passadas em companhia de sua prima Berit, na cidade de Fjærland, interior da Noruega. Para não deixar de se falar, os dois decidem escrever um diário e remetê-lo de uma cidade a outra pelo correio.

Já de início, porém, parece haver algo de misterioso no diário de Nils e Berit. Ao comprá-lo numa livraria, Nils conhece uma mulher estranha, alguém que ele e Berit haviam visto de passagem durante as férias. A mulher faz questão de ajudar Nils a comprar o diário - uma esquisitice que ele não deixa de contar à prima já em sua primeira "carta". Em Fjærland, Berit se põe a segui-la. Diante da casa da mulher, Berit "furta" um pequeno envelope da caixa de correio. Dentro, encontra uma carta vinda da Itália, endereçada a uma certa Bibbi, que menciona um sebo em Roma. O estabelecimento guardaria não apenas livros raros, mas também livros ainda não escritos. E um desses livros se refere a uma certa "biblioteca mágica". Toda essa história Berit conta a Nils em sua primeira carta. A aventura mal começou, mas o leitor já se vê mergulhado num grande mistério. Quem é Bibbi e que biblioteca mágica é essa? É um caso para os pequenos detetives Nils e Berit investigarem a fundo - e tudo aquilo de que o leitor precisa para se divertir pelas páginas restantes. Em A Biblioteca Mágica de Bibbi Bokken, o grande herói é o livro e sua história, numa trama cheia de suspense e aventura.


Título: Alcatraz Contra os Bibliotecários do Mal (Alcatraz #1)
Autor: Brandon Sanderson
Editora: Benvirá
Alcatraz é um órfão de 13 anos que vive de lar adotivo em lar adotivo, sempre sob a tu­tela da assistente social Sra. Fletcher. Desastrado a ponto de ser capaz de destruir qual­quer coisa, mesmo sem querer, já foi devolvido por 26 famílias. Um dia, recebe pelo cor­reio um pacote cheio de areia como herança de seus verdadeiros pais. Começam então suas aventuras repletas de mistérios e ingredientes mágicos: Alcatraz pertence a uma linhagem nobre de pessoas com poderes ao contrário (o dele é de quebrar as coisas). A trama se passa quase inteiramente dentro de uma biblioteca e o autor aproveita para citar filósofos e alegorias gregas e recomendar livros reais.

Beigos!