9 de fevereiro de 2011

Quero Ler #12

Três livros que desejo muito ler, quero, mas que estão na fila para serem adquiridos, comprados ou encontrados nas bibliotecas da cidade. 

A Queda
Autores: Guillermo Del Toro e Chuck Hogan
Editora: Rocco
A Queda, Segundo volume da Trilogia da Escuridão, dá continuidade à terrível epidemia de vampiros imaginada pelo premiado cineasta Guillermo Del Toro em Noturno. Escrita em parceria com o autor de thrillers Chuck Hogan - apontado por Stephen King como um dos dez melhores escritores de suspense da atualidade -, a série, traduzida em 20 países, narra uma invasão de vampiros em Nova York provocada por um vírus capaz de causar uma pandemia em escala mundial. Fascinado por histórias de vampiros e universos fantásticos, Del Toro atualiza o tema com uma narrativa realista e aterradora e uma abordagem de investigação científica semelhante à de séries de sucesso como CSI. Em A queda, o vírus disseminado a partir de um avião vindo de Berlim segue se alastrando por Nova York e transformando pessoas comuns em perigosas criaturas sedentas por sangue. Enquanto 
tenta combater a epidemia, o doutor Ephraim Goodweather se depara com uma nova e ainda mais assustadora ameaça: uma guerra entre os vampiros do novo e do velho mundo. Com a ajuda de Abraham Setrakian, ex-professor em Budapeste e sobrevivente dos campos de extermínio nazistas, e de Vassily Fet, do Serviço de Controle de Peste, o médico precisa agir antes que a espécie humana seja exterminada, em mais uma obra épica e vertiginosa que supera em muito as histórias de vampiro tradicionais.


Trapo
Autoria: Cristovão Tezza
Editora: Record
Um rígido professor aposentado recebe inesperadamente mil páginas inéditas do poeta Trapo, um jovem solitário, apaixonado e suicida. Enquanto organiza o material, o professor vai gradualmente se envolvendo com as pessoas ligadas a Trapo.
Só Garotos
Autoria: Patti Smith 
Editora: Companhia das Letras
Crescida numa família modesta de Nova Jersey, Patti Smith trabalhou em uma fábrica e entregou seu primeiro filho para adoção, antes de se mandar para Nova York, com vinte anos, um livro de Rimbaud na mala e nada no bolso. Era o final dos anos 1960, e Patti teve de se virar como pôde - morou nas ruas de Manhattan, dividiu comida com um mendigo, trabalhou e dormiu em livrarias e até roubou os colegas de trabalho, enquanto conhecia boa parte dos aspirantes a artistas que partilhavam a atmosfera contestadora do 'verão do amor'. Foi então que conheceu o rapaz de cachos bastos que seria sua primeira grande paixão - o futuro fotógrafo Robert Mapplethorpe, para quem Patti prometeu escrever este livro, antes que ele morresse de aids, em 1989. 'Só Garotos' é uma autobiografia nada convencional. Tendo como pano de fundo a história de amor entre Patti e Mapplethorpe, o livro é também um retrato confessional da contracultura americana dos anos 1970. Muitas vezes sem dinheiro e sem emprego, mas com disposição e talento, os dois viveram intensamente períodos de grandes transformações e revelações - até mesmo quando Robert assume ser gay ou quando suas imagens ousadas e polêmicas começam a ser reconhecidas e aclamadas pelo mundo da arte.

Beigos

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